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Escala maior (tabela)

Acordes essenciais maiores e menores abertos.

Tópicos

  1. Formação escala maior (#) (Ciclos de quintas)
  2. Formação escala maior (b) (Ciclos de quartas)

A escala maior com sustenidos é formada pela seguinte sequência de tons e semitons:

T - T - S - T - T - T - S

T = Tom S = Semitom

Começando em C, por exemplo, teríamos a escala maior com sustenidos de C:

C - D - E - F - G - A - B - C

Note que entre E e F e entre B e C não há um tom inteiro, mas sim um semitom, indicado pelo sinal de sustenido (#) que eleva a nota em meio tom.

Aqui está a tabela da escala maior em todas as tonalidades:

Tonalidade 1 2 3 4 5 6 7 8
C C D E F G A B C
C# C# D# F F# G# A# C C#
D D E F# G A B C# D
Eb Eb F G Ab Bb C D Eb
E E F# G# A B C# D# E
F F G A Bb C D E F
F# F# G# A# B C# D# F F#
G G A B C D E F# G
Ab Ab Bb C Db Eb F G Ab
A A B C# D E F# G# A
Bb Bb C D Eb F G A Bb
B B C# D# E F# G# A# B

Formação escala maior (#) (Ciclos de quintas)

Os ciclos de quintas são uma forma de visualizar a relação entre as notas e as tonalidades de uma escala. Eles são usados principalmente para entender a relação entre as diferentes tonalidades e ajudar na transposição de músicas para diferentes tonalidades.

O ciclo de quintas é uma progressão de acordes ou notas que se move em intervalos de quintas (ou quarta diminuta, que é o mesmo intervalo). A sequência é C - G - D - A - E - B - F# - C#/Db - Ab - Eb - Bb - F - C, onde cada acorde ou nota é uma quinta acima do anterior.

Essa sequência pode ser usada para determinar a quantidade de sustenidos ou bemóis que existem em cada tonalidade. Por exemplo, se começarmos com C (sem sustenidos ou bemóis) e subirmos uma quinta, chegamos a G (uma sustenido). Se subirmos mais uma quinta, chegamos a D (dois sustenidos), e assim por diante. Se começarmos com C e descermos uma quinta, chegamos a F (um bemol), e assim por diante.

Os ciclos de quintas são frequentemente usados ​​em progressões de acordes e em improvisação para criar tensão e resolver em uma tonalidade específica. Eles também são úteis para entender a teoria musical e como as diferentes tonalidades estão relacionadas entre si.

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Os ciclos de quintas são muito úteis para entender a relação entre as escalas maiores e as notas que as compõem. Para construir um ciclo de quintas para escalas maiores, basta seguir a ordem das tonalidades em quintas ascendentes.

Por exemplo, começando com a escala maior de C, temos as seguintes tonalidades em ordem de quintas ascendentes:

C - G - D - A - E - B - F# - C# - G# - D# - A# - F

A próxima tonalidade seria a de D, que está a uma quinta ascendente de A. E assim por diante.

Essa sequência de tonalidades pode ser representada em um círculo, conhecido como círculo de quintas. Na representação em círculo, a tonalidade de C está no topo, seguida pela tonalidade de G à direita, D abaixo de G, e assim por diante.

Com o ciclo de quintas, é possível estudar e praticar as escalas maiores em todas as tonalidades, além de facilitar a compreensão da relação entre as tonalidades e suas notas.


Formação escala maior (b) (Ciclos de quartas)

Os ciclos de quartas são uma sequência de acordes ou notas que se movem em intervalos de quartas perfeitas. A sequência mais comum de ciclos de quartas começa com o acorde de Fá (F) e prossegue com os seguintes acordes: Bb (Si bemol), Eb (Mi bemol), Ab (Lá bemol), Db (Ré bemol), Gb (Sol bemol), Cb (Dó bemol) e Fb (Fá bemol).

Na prática, os ciclos de quartas são utilizados para transposição de músicas, harmonização de melodias e criação de progressões harmônicas. É comum encontrar progressões de acordes que se movem em ciclos de quartas em gêneros musicais como jazz, blues e rock.

Por exemplo, uma progressão comum de acordes que segue o ciclo de quartas é:

F Bb Eb Ab Db Gb Cb Fb F

Essa progressão pode ser usada para criar uma música em que os acordes se movem em intervalos de quartas perfeitas. É importante lembrar que os ciclos de quartas podem ser usados em qualquer tonalidade, basta começar com o acorde ou nota correspondente.

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Os ciclos de quartas são usados principalmente para determinar as tonalidades que têm um número específico de sustenidos ou bemóis. Para fazer o ciclo de quartas nas escalas maiores, pode-se começar com a tonalidade de C maior, que não tem sustenidos ou bemóis, e avançar em direção às tonalidades com sustenidos ou bemóis adicionais, seguindo a ordem abaixo:

C - F - Bb - Eb - Ab - Db - Gb - B - E - A - D - G

Cada tonalidade é adicionada um sustenido ou bemol a mais em relação à anterior. Por exemplo, a tonalidade de F maior tem um bemol (Bb), enquanto a tonalidade de B maior tem cinco sustenidos (F#, C#, G#, D# e A#).

O ciclo de quartas pode ser uma ferramenta útil para entender a relação entre as tonalidades e pode ser usado para ajudar na transposição de músicas ou no estudo das progressões de acordes.